Versão: 1.0 · Vigência: 12/08/2026
Esta política descreve como o NRPSI usa inteligência artificial, o que a IA faz, o que ela não faz e quem decide. Complementa a Política de Privacidade e os Termos de Uso.
Em dois lugares, ambos dentro do plano de ação e ambos depois de o laudo já estar aprovado por um psicólogo com CRP ativo:
Nenhum outro ponto do produto usa IA. A pontuação do instrumento, as zonas de risco, a amostragem, o relatório AEP-FRPRT e o parecer do psicólogo são cálculo e trabalho humano.
Uma pessoa, sempre, e com registro. O fluxo é este, e não há caminho alternativo no sistema:
Cada decisão é gravada na trilha de auditoria da empresa, com nome de quem decidiu, o que decidiu e a data.
Sobre o artigo 20 da LGPD. A lei garante revisão de decisões tomadas unicamente por tratamento automatizado. Aqui esse direito não chega a ser acionado, porque não existe decisão automatizada: a IA produz texto que uma pessoa lê e decide adotar ou não. Ainda assim, pedidos de esclarecimento podem ser encaminhados ao Encarregado de Dados.
Somente estes: nome da empresa e da campanha; percentuais agregados (índice geral, por domínio e por pergunta); número de respondentes; textos e medidas de controle do próprio instrumento; e o perfil cadastral da empresa (segmento, número de funcionários, grau de risco NR-4, estrutura interna de SST/RH, capacidade de investimento e regime de trabalho).
Nunca são enviados: respostas individuais; nome, e-mail, CPF ou matrícula; endereço IP ou identificador de dispositivo; setor, turno ou tempo de casa declarados pelo respondente; nem o parecer, o nome ou o CRP do psicólogo.
Isto não é promessa de configuração, é consequência do desenho do banco: a tabela de respostas não possui colunas de identificação — não há nome, e-mail, IP nem identificador de sessão para enviar, nem para nós, nem para ninguém. E recortes por setor, turno e tempo de casa só existem em visões que exigem no mínimo 3 respondentes.
O modelo de linguagem é operado pela Anthropic (API Claude), que atua como suboperador, sob as obrigações contratuais do nosso Anexo de Proteção de Dados. Os dados enviados não são usados para treinar modelos. O identificador do modelo usado fica gravado junto de cada sugestão, para ser possível responder anos depois qual versão produziu determinado texto.
Modelos de linguagem erram: podem propor ações inaplicáveis à realidade da empresa, repetir vieses, afirmar com segurança algo errado ou sugerir medidas que não se sustentam na operação. É por isso que a revisão humana é obrigatória e registrada, e não uma recomendação. Se uma sugestão parecer inadequada, o caminho é rejeitá-la — e avisar o suporte, para ajustarmos as instruções do agente.
Dúvidas, pedidos de esclarecimento ou reclamações sobre o uso de IA: Encarregado de Dados (DPO) — privacidade@nrpsi.com.br.
Esta política é versionada. Mudanças materiais no uso de IA — novo recurso, novo tipo de dado enviado, troca de fornecedor — geram versão nova, com data de vigência atualizada e comunicação às empresas clientes.